segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Num mato sem cachorro

Quem curte comédia romântica, e gosta de animais, não pode deixar de assistir ao longa “Num mato sem cachorro”. Essa seria a frase perfeita para sintetizar a situação em que o personagem de Bruno Gagliasso se meteu após ser abandonado pela namorada Zoé, vivida pela atriz Leandra Leal, e ainda raptar seu cãozinho Guto.

Bruno que desde o início da carreira vem arrancando suspiros das fãns por sua beleza, incorporou seu personagem, o desengonçado Deco, que dificilmente seria paquerado nas ruas. “Ele parece que conseguiu até ficar feio, de tão atrapalhado.”, diz Ercília dos Santos. “O filme é bem divertido, o elenco é bom, mas quem arrancou risadas do público, na verdade, foi Danilo Gentili”, acrescenta Adriana Santos.

Leve, e bem divertido, “Num mato sem cachorro” é , sem dúvida, uma boa opção para quem quer relaxar após um dia intenso de trabalho. Confira!

Qualidade de Vida

Cada vez mais em alta a busca pela qualidade de vida vem sendo, atualmente, quase que uma obsessão. Alimente-se bem, tenha hábitos saudáveis, pratique esportes, aproveite o seu tempo livre, durma ao menos oito horas por noite, cuide de sua mente, busque seu equilíbrio...

Tudo isso é maravilho e realmente deve ser aplicado em nosso cotidiano, mas esquecem-se de dizer que o dia tem apenas vinte e quatro horas, e além de tudo isso, a maioria das pessoas ainda precisa cuidar da casa, dos filhos, ir ao supermercado, dar atenção ao marido ou esposa, trabalhar, especializar-se profissionalmente, entre inúmeras outras coisas. E em meio a toda essa rotina o celular não para de tocar; o trânsito não anda, fazendo-nos perder horas em nossos deslocamentos; e todos os lugares parecem sempre estarem lotados, com filas intermináveis. Enfim, como ter qualidade de vida em meio a todo esse caos em que vive o homem moderno?

É exatamente sobre isso que a atriz Alexandra Richter trata de forma muito bem-humorada peça “Minimanual de Qualidade de vida”, em cartaz no Teatro dos Grandes Atores, no shopping Barra Square. Por isso, se você também concorda que 24 horas é pouco para cumprir com todos os compromissos diários, e ainda, com qualidade de vida em meio a toda essa loucura é quase uma caça ao tesouro, não deixe de assistir ao espetáculo.

Alexandra pode até não ter resposta para todas as questões levantadas pelo Manual, mas certamente revela um dos maiores segredos para viver com qualidade: não se estresse por pouca coisa!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O tempo e o vento

O longa dirigido por Jaime Monjardim baseado no texto de Èrico Veríssimo, “O Tempo e o Vento”, está em cartaz nas principais salas de exibição da cidade desde a última sexta-feira, e pode ser, sem dúvida, considerada mais uma grande produção do cinema nacional, que ultimamente não para de lançar novos títulos.

Como não poderia deixar de ser, Fernanda Montenegro rouba a cena, acrescentando uma forte carga emocional ao longa, enquanto conta a trajetória da linhagem da família de sua personagem – Bibiana Terra. Já seu par romântico, Thiago Lacerda, apesar do bom desempenho apresentado na interpretação de Rodrigo Camará, ainda fica muito aquém de sua colega de cena.

Outro ponto desfavorável para Thiago foram as semelhanças de seu personagem com Giuseppe Garibaldi, vivido na minissérie da TV Globo, “A Casa das sete mulheres”, reprisada recentemente no canal VIVA. Mesmo com cabelos curtos e bigodes, em inúmeras cenas o público ainda confunde os dois guerreiros interpretados por ele.

“O Tempo e o Vento” foge totalmente da linha de comédia da maior parte das recentes produções do cinema nacional. O filme tem retórica lenta e dramática, mas certamente vai emocionar aos que se identificam com romances de época.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Eu amo baile funk
Quem curtiu a primeira geração do funk nacional e gosta de relembrar os velhos tempos, uma boa pedida pode ser ir hoje ao Barra Music, a partir das  23h, assistir a mais uma edição de "Eu amo baile funk". A festa será comandada por Latino e muitos outras atrações que prometem animar a noite inteira.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O poeta esta vivo 

Na última sexta-feira, 04 de outubro, estreou no Teatro NET, no Rio de Janeiro, o musical “Pro dia nascer feliz”. O espetáculo que contou com a direção de João Fonseca, recentemente aplaudido pela montagem “Tim Maia – Vale Tudo” narrou a trajetória de um dos mais célebres e polêmicos astros do rock nacional – Cazuza. 
 Morto em julho de 1990, com apenas 32 anos de idade, após uma intensa luta contra a AIDS, o cantor e compositor eternizou-se através de seu trabalho, diferentemente do que chegou a pressupôs a Revista Veja, em reportagem publicada um ano antes de seu falecimento, deixando um acervo composto por 126 músicas gravadas pelo próprio, 34 por terceiros e mais de 60 inéditas, dentre elas algumas foram lançadas recentemente no disco digital “Agenor – Canções de Cazuza”. 
O musical, que se divide em duas partes – a primeira contando desde a adolescência rebelde do menino Agenor até a descoberta do vírus HIV e a segunda, o tratamento contra a doença e a fase como cantor solo – conseguiu transmitir de forma equilibrada as muitas facetas do artista.
“Se por um lado Cazuza foi um rapaz feliz e apaixonado pela vida, por outro ele tinha uma força destrutiva muito forte dentro dele. E sua personalidade complicada provavelmente tenha o ajudado a morrer mais rápido, pois ele não conseguiu se livrar das drogas, cigarros e álcool”, disse Franciane Gomes, que assistiu ao segundo dia do espetáculo. 
Ao som das mais famosas canções de Cazuza, contou-se a história de um menino “Exagerado”, que queria viver intensamente. Filho único de uma família abastada, nunca soube o que foi ter limites na vida e nem na arte, que levou o grupo de rock de fundo de garagem “Barão Vermelho”aos hits de sucesso, e nos últimos anos de sua vida solidificou-se com um estilo mais romântico e até constador, que fizeram parte de seu disco “O tempo não para”. 

E ele realmente não parou, assim como as canções de Cazuza que até hoje não pararam de tocar, mas podem ser relembradas com saudosismo em “Pro dia nascer feliz”, em uma mescla de drama e muita diversão.